ALAMEDA OLHOS D’ÀGUA

ALAMEDA OLHOS D’ÀGUA

Na entrada da Vila Cidadã, foi idealizado um grande espaço de interação denominado Alameda Olhos D’Água, onde diversas atividades foram desenvolvidas visando integrar os participantes com diversos aspectos da relação do ser humano com a água. Neste ambiente tivemos os seguintes espaços criados:

 

CORETO

Inicialmente pensado em ser um espaço dedicado exclusivamente para o público se expressar sobre as questões hídricas, sua localização, ao centro da Vila Cidadã fez com que o Coreto também se tornasse um ponto de encontro entre as pessoas, uma área de descanso e piquenique para as mais de 40 mil crianças que ali transitaram, sendo que os visitantes tiveram uma programação diversificada, com atividades espontâneas, abertas e co-criativas.

Em um palco de três metros de diâmetro em formato 360°, no meio da Vila Cidadã, o Coreto atraiu o público que se programou a participar das atividades, incluindo professores, alunos, jovens e pais que ali se propunham a fazer uma pausa ou assistir as atividades interativas ali desenvolvidas.

Como destaques no Coreto, tivemos: a) o primeiro mímico do Distrito Federal no espetáculo Miqueias Paz – Mimicando, sendo o artista reconhecido internacionalmente e que no cenário nacional, foi o idealizador da Primeira Mostra de Mímica de Brasília; b) a UNIPAZ que trouxe uma apresentação artística e performática dos jovens da Formação Holística de Jovens da universidade; c) atividades de relaxamento e reflexão com os integrantes do Gaia Education que montaram uma grande roda para saudar a natureza e as águas do Cerrado; d) contações de histórias, atividade sempre muito festejada pela criançada e também por adultos; e) o projeto ÁGUA Comovida que contou a história da íntima relação entre ser humano, natureza e uma menina, f) Sumaya Donis que trouxe a história “O menino do Rio Doce”, de Ziraldo, que fez o público descobrir que o rio não é feito só de água, mas de bichos, gentes, lendas e de tudo aquilo tem vida e vive no seu entorno, g) a turma do Ocupe o Lago que conscientizou o público com a Exposição ‘O lixo que não é lixo’ com os resíduos do Lago Paranoá; h) Oficinas da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) que apresentou seus projetos, compartilhando e articulando saberes, utilizando metodologias participativas e expositivas com intuito de valorizar as experiências e conhecimentos vivenciados na realidade dos participantes.

 

MUSEU DO AMANHÃ

Ainda no início da Alameda Olhos D’água, um grande cubo coberto por fotografias de satélite que mostram o Planeta Terra visto do espaço recepcionou os visitantes da Vila Cidadã. A proposta da instalação “Águas do Planeta” promovida pelo Museu do Amanhã do Rio de Janeiro, utilizou a tecnologia com óculos de realidade virtual e cadeiras giratórias para assistir um vídeo de 10 minutos, dividido em duas partes: uma envolvendo a qualidade da água e outra mostrando o impacto da exploração humana no meio ambiente. A primeira parte abordou o desafio de manter a qualidade da água nos próximos 50 anos. Já a segunda, denominada Antropoceno, refletiu a época geológica dominada pelos humanos. A película trouxe uma reflexão acerca do cenário atual, em que a atividade humana modifica drasticamente o leito dos rios, a atmosfera, o clima e a biodiversidade do planeta. A atração permitiu que grupos de 15 visitantes visualizassem a cada vez a experiência. Em todas suas andanças, desde 2015, o Museu do Amanhã já recebeu mais de 2,6 milhões de visitantes, tornando-se um dos mais visitados dos país. A instalação apresentada no 8º Fórum foi inspirada na Exposição Principal que fica na sede do museu, no Rio de Janeiro.

 

ESPAÇO BRASKEM BLUEVISION

Ainda na Alameda Olhos D’Água, para contribuir com o debate e o desenvolvimento de soluções sustentáveis, houve a instalação da plataforma global de conteúdo Bluevision, onde os visitantes puderam conhecer o conteúdo em mesas touch e se conectar conforme seus temas de interesse, além de avaliar através de um quiz se o seu comportamento é sustentável ou precisa ser aprimorado. Isso foi possível por meio do manuseio de cubos que davam acesso aos conteúdos nas telas de LED. O objetivo maior foi produzir um conteúdo relevante que leve as pessoas à reflexão e também a uma nova forma de interação com o meio em que vivem. De fácil navegabilidade e acessível em desktops e mobiles, este entretenimento em canal disponibilizou informações em diferentes linguagens, como audiovisual, infográficos e textos. Uma mesma pauta pode ser abordada em diferentes formatos, porém de maneira complementar. Uma reportagem em texto, um infográfico ou um vídeo podem tratar de um só assunto, porém não com o mesmo enfoque, e assim com este sistema, conseguiam atender as diversas preferências e necessidades da audiência. A plataforma também possuía perfis próprios nas redes sociais, permitindo uma maior disseminação do conteúdo e interação com o público.

 

ESTANDE CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

Neste ambiente, uma equipe apresentava a atuação do banco em soluções para a implementação de concessões e parcerias público-privadas com projetos envolvendo áreas como água, esgoto e resíduos sólidos urbanos. Em outro espaço, o público pode conhecer o aplicativo Conta Gotas, que em forma de jogo apresenta dicas de como fazer uso racional da água. O público ainda foi convidado a conhecer e baixar um jogo educativo em seu celular o aplicativo Conta Gotas. A tela do jogo era muito colorida, interativa, com mensagens simples e ações que são aplicadas no dia a dia. Como exemplo, no primeiro dia de Vila Cidadã, o jogador (participante) precisava dar um banho rápido apenas nos cachorrinhos que estão sujos e que vão surgindo rapidamente. O jogo, além dos aspectos instrutivos, desenvolvia a agilidade do participante que precisava mostrar que, de gota a gota economizada, podemos evitar a falta de água no futuro.

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